A
vida me ensinou a ser batalhadora e a seguir sem medo. Ensinou-me a não parar,
a não me acostumar com o meio-termo nem com o pouco. Ensinou-me que, lá fora, a
vida grita, esperando que eu vá ao seu encontro, e que parar é morrer
lentamente.
Ensinou-me
que, quando caminhamos sem olhar para o passado, seguimos sem medo de viver
plenamente o presente. O futuro, esse, pertence somente a Deus. Lá fora, há um
mundo nos esperando de braços abertos. E quando temos fome de viver,
encontramos coragem para ir além das nossas próprias possibilidades.




