sábado, 29 de novembro de 2025

O Peso da Liberdade

Nunca fui totalmente livre. Sempre havia algo – ou alguém – que me amarrava. A sensação de liberdade e paz sempre existiu dentro de mim, mas com o tempo, tudo parecia ir por água abaixo. Lá estava eu, presa a compromissos que mascaravam a realidade, tentando me convencer de que eu era feliz.

 

Hoje, percebo que tudo aquilo era apenas uma forma de manter a união. Se fosse agora, jamais entregaria meu cem por cento. Nunca mais me deixaria para traz por completo. Daria apenas cinquenta por cento – o necessário, o justo.

 

Afinal, tenho a minha vida, meus compromissos, minhas vontades e meus ideais. E nada disso merece ser silenciado. 

 

Rita Padoin


sexta-feira, 28 de novembro de 2025

O Chamado

Há em mim um chamado profundo: Meu espírito deseja abraçar o seu.

Rita Padoin

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

O Silêncio

O silêncio diz mais do que possamos imaginar.

Rita Padoin


quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Enfim...

Enfim... o medo se desfez em poesia.

Rita Padoin

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Sem Sal

Sem sal, sobra apenas o que não convém.

Rita Padoin

domingo, 23 de novembro de 2025

Quando Regressamos

Quando regressamos, é porque algo nos espera.

Rita Padoin

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

A Tua despreocupação

A tua despreocupação me assusta.

Rita Padoin

terça-feira, 18 de novembro de 2025

51 anos depois: O retorno ao nosso ponto de partida

Em 1974, éramos quatro meninas rumo à escola — Rita Padoin, Vanilda Padoin, Eleamar de Rochi e Maria Onice Cechinel. Naquele belo dia, alguém que não recordamos, tirou uma foto enquanto esperávamos o ônibus, num lugar um pouco afastado de casa, onde nossos sonhos ainda eram pequenos, mas já nos acompanhavam silenciosamente.

O tempo passou… cinquenta e um anos se foram. Cada uma seguiu seu caminho, construiu sua vida, enfrentou obstáculos, guardou lembranças, cultivou saudades. E, ainda assim, algo invisível continuou nos unindo: aquele instante inocente congelado na fotografia de 1974.

Então, meio século depois, nós quatro voltamos ao mesmo lugar. Paramos exatamente onde antes éramos apenas meninas com cadernos e esperança nos olhos. E ali, no mesmo ponto, tiramos outra foto — agora mulheres, maduras, cheias de histórias, vitórias e cicatrizes.

O cenário não era mais o mesmo, e nós também não. Mas havia algo que permanecia intacto: o laço que a vida nunca conseguiu desatar.

A nova foto não registra apenas quatro mulheres; registra o tempo que passou, o caminho que percorremos e a certeza de que algumas amizades atravessam décadas e sobrevivem a tudo.

Porque, no fundo, voltar ao mesmo lugar depois de tantos anos é um jeito bonito de agradecer à vida pela oportunidade de reencontrar quem éramos — e quem ainda somos — quando estamos juntas.

Rita Padoin
Escritora

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domingo, 16 de novembro de 2025

O teu destempero

O teu destempero e a tua frieza são arestas que o tempo há de limar. 

Rita Padoin

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Somos Eternos

Somos eternos quando trabalhamos o nosso lado espiritual. Nele está a nossa força e a nossa garra.

Rita Padoin 

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Saudades

Saudades e tempo são sinônimos espera.

Rita Padoin

domingo, 2 de novembro de 2025

Não sei viver...

Não sei viver no meio de rejeição.

Rita Padoin